Segunda-feira, 27.10.08
(Esta é uma história em várias partes. Leia aqui a primeira, segunda e terceira parte)
 

O doce aroma a pêssego começava a invadir-me os sentidos. Ao mesmo tempo, o aroma intenso da excitação de Ana enebria-me e aumenta a minha vontade. Sinto-me a aumentar e a sentir o meu estômago vazio e frio.

 

Beijo-lhe as pernas que se abrem carinhosamente. Ana, apoia-se nos braços deixando cair a cabeça para trás. Solta um gemido mais sonoro agora. continuo a beijar-lhe as pernas e passo as mãos pelas suas coxas. Ora por fora, ora por dentro. Ana deixa-se cair na cama, de costas, elevando ligeramente as ancas expondo-me o seu sexo rosado e molhado.

 

Abracei os seus lábios molhados com os lábios num beijo contínuo e profundo. Lentamente, passo a ponta da minha lingua pelos seus lábios vaginais, parando no seu clitoris, mais rosado, cheio de desejo. Aperto-o com os labios e faço pequenos circulos apenas com a ponta da língua. Sinto-a a inundar-se cada vez mais, Lambo rapidamente o seu sumo. Concentro-me depois apenas no seu clitoris enquanto exploro os seus seios, ancas e nádegas. Ana começa agora a gemer cada vez mais alto.

 

Enquanto faço círculos com a lígua, introduzo dois dedos na sua vagina, inclinados de trás para a frente, procurando no seu interior aquele ponto mais esponjoso.

 

O que procuras? - pergunta Ana entre gemidos. Nisto solta um grito forte e as suas costas arqueiam.

Não sei o que procuraste, mas encontraste de certeza - diz ela, agora gemendo alto e gemendo enquanto agarra o lençol com força, arrancando-o do colchão.

 

Em pouco tempo solta um grito muito forte enquanto as ancas dela saltam como se tivessem vida própria. a sua vagina despeja o nectar do orgasmo forte. Até que o braço lhe cai, imóvel.

 

Que fizeste? O que raio fizeste tu? Como fizeste isto? - pergunta ele entre suspiros e um arfar de prazer.

 

Não me dá tempo para responder. Ergue-se deixando a minha cara entre as suas mamas. Pego num dos seus bicos erectos e abocanho-o com carinho. Ela, ergue.se puxando-me para cima até me levantar por completo. Depois empurra-me e eu caio de costas num puff cor-de-rosa com uma grande hello kitty estampada.

 

Ajoelha-se entre as minhas pernas e começa a lamber-me o meu mastro duro. Solto um gemido mudo, e sinto todo o meu corpo estremecer. Com a boca aberta, introduz-me na sua boca. Apenas a lingua toca continuamente na parte de baixo e, uns momento depois, a cabeça encontra o seu céu da boca. A cada investida, sinto que vou explodir. Tento aguentar-me como posso, o mais que posso.

 

Assim vais-me fazer vir já, calma - imploro.

 

Ela, retira-o da boca e aninha-o entre os seus seios volumosos. Sinto toda a sua carne morna e macia e sinto-me as pernas a tremer enquanto solto gemidos sem os conseguir controlar. Após algumas carícias, ergue.se e vira-se de costas para mim. Passa por cima das minhas pernas ficando as suas nádegas a poucos centímetros da minha cara. Segura no meu membro, colocando-o em posíção, enquanto desce até o ver entrar todo dentro da sua gruta molhada.

 

Não consigo descrever as sensações. Um turbilhão de emoções passam pelo meu pensamento enquanto vejo o seu corpo subir e descer, vendo o meu mastro ora aparecer ora desaparecer completamente dentro dela. Sinto a terra mecher, o meu coração praticamente me sai pela boca.

 

Vou-me vir - grito eu sentindo a torrente de esperma à beira da explosão. Num movimento quase automático, Ana salta de cima de mim e ajoelha-se a meus pés de novo, recebendo na sua boca tudo o que sai de mim.

 

Deixo cair os braços e sinto-me desfalecer enquanto ela afaga-me o meu mastro, a expelir os final do acto.

 

Deitamo-nos os dois na cama, ela de costas para mim, encaixados num movimento perfeito, complementar.

 

Espero que daqui a bocado te lembres disto - diz-me Ana baixinho.

Não te preocupes que isto eu não vou esquecer nunca - respondo-lhe com um sorriso.



publicado por Anonimo às 23:30 | link do post | comentar | ver comentários (1)

(Se não leu esta história desde o início, veja aqui a primeira e a segunda parte)

 

Ficámos uns segundos sem dizer palavra. Reparei no canto do lábio dela, um pequeno tique nervoso. Estaria nervosa? Bom, temos de admitir que tem razões para isso.

 

Aos poucos, a memória do dia anterior começava a voltar. Lembrei-me do bar, do útimo que entrei. Da discoteca. Lembro-me do que tinha vestido. Lembrei-me de ter pensado que nunca tinha visto uma mulher assim, gorducha.. parecer tão bem. a vergonha do pensamento invadiu-me o pensamento. Que estupidez. O que tem a ver?

 

Bem vamos comer? - A voz de Ana cortou o silencio e o meu pensamento.

Vamos, sim. Levantei-me e reparei, de novo, que estava completamente sem roupa. Envegonhado, voltei a sentar-me e a cobrir o meu colo com o endredon amarelo e rosa que cobria a cama. Ana soltou uma gargalhada.

 

Meu querido, estas com vergonha?

Ana, podes não acreditar, mas isto é algo que não acontece. - Disse eu ainda mais evergonhado.

Ah! Vais-me dizer que não costumas ter encontros como o nosso? - Perguntou, trocista.

Bom... contando com hoje.. já me aconteceu.. uma vez.

Oh! Vai lá gozar com a prima sim?

Juro-te! Olha bem para mim! Achas que sou do tipo de homem que uma mulher procura? E por falar nisso, como raio é que tu te interessaste por mim?

Eu interessei por ti? Não consegui pregar olho a pensar na mesma coisa! Como é que um tipo giro olha duas vezes para uma gorda como eu!

Ei, ei! Gorda? Ana, tu és das mulheres mais atraentes que já vi.

Oh.. Cala-te e anda comer.

 

Ana volta-se levanta. Antes, consigo ver uma lágrima a correr-lhe pela face. Ergo-me e seguro-lhe no braço.

 

Espera - peço-lhe - o que se passa?

Não sei. Só queria que gostasses de mim. Afinal, nem sabes como é que viste aqui parar. Isto é a história da minha vida.

 

As lágrimas correm pela face de Ana. Uma após as outras. Uma das lágrimas detém-se no canto da boca. Institivamente, beijei-lhe a cara e abracei-a. Acho que a apanhei desprevenida. O primeiro impulso foi de me afastar. Fitei-a directamente nos olhos e ela de volta. Olhámo-nos alguns momentos. E abracámo-nos. Senti os braços dela a segurar-me fote, por debaixo dos meus. Aninhando-se. Abracei-a e tentei transmitir-lhe toda a segurança que conseguia.

 

Sentia o corpo dela contra o meu. Através do seu robe fino, sentia o seu calor invadir-me o tronco nú. Beijámo-nos. Um beijo longo e profundo. Senti o seu peito, cheio de excitação, crescer contra o meu peito.

 

Levantei-me e dei a volta à cama. Ajoelhei-me à sua frente. Beijei-lhe os joelhos, ternamente e senti um suspiro de arrepio escapar-se-lhe entre os lábios. Vagarosamente, os seu joelhos separaram-se deixando-me entrar no seu mundo, muito, muito devagar.

 

(continua no próximo post)



publicado por Anonimo às 01:29 | link do post | comentar

Domingo, 26.10.08
(Se não leu esta história desde o início, veja aqui a primeira parte)

 

 

 

Comecei a recapitular tudo o que tinha passado na noite passada dentro da minha cabeça. Haviam demasiados pontos com nevoeiro. Mas lembrava-me vagamente da noite. Lembrava-me do jantar, do bife demasiadamente mal passado que não consegui comer. Lembrava-me da sobremesa divinal que comi a seguir. Doce da casa. Esse doce mítico que, como o nome indica, muda de casa para casa. Agora da mulher que agbbw2_by_christphotoora me servia um pequeno almoço na cama, nem uma única memoria.

 

Bom, tens de alimentar-te depois desta noite. Onde aprendeste a fazer aquelas coisas? Deves ter tido uma professora fabulosa - dizia ela enquanto me piscava o olho e me lençava sorrisos matreiros.

 

Era uma mulher bonita. Atraente sem ser uma modelo de passerelle. Os cabelo ainda molhados do banho pendiam-lhe pelos ombros tapados apenas por um robe fino. Através do tecido, vislumbrava-se todo o seu corpo em contraluz. Era uma mulher com um sorriso e olhar meigo e parecia claramente estar a tentar parecer mais à vontade do que de facto estava. Tinha formas generosas, e a sua azáfama a montar o aparato do pequeno almoço deixava desnudados os seu seios fartos e cheios, meio pendentes. Era uma mulher real. Sem ser daquelas das publicidades de lingerie. Daquelas que aprecem feitas de cera e dignas de estar num museu para todos vislumbrarem. Apenas uma mulher. Meiga e doce.

 

As suas formas eram de uma sensualida que não conseguia entender perfeitamente e, no entanto, excitavam-me muito. O seu estômago saliente, mostrava uma forma um pouco descuidada. Ou simplesmente uma normalidade de quem se está positivamente borrifando para as normas e padrões. O seu olhar, os seus labios, os cabelos aloirados (e sim, eram loiros mesmo, a julgar pelo resto dos cabelos mais íntimos e que compunham toda a composição), os seu ombros de aspecto macio, o seu peito grande e as suas ancas arredondadas pareciam-me simplesmente perfeitas.

 

Olha - disse eu com voz rouca - quero-te pedir desculpa. Ela parou e ficou a olhar-me, esperando para ver o que me ia sair da boca. Eu não faço ideia de onde estou - disse com vergonha e olhando para o chão. Ergui os olhos para encontrar a expressão de maior desilusão que alguma vez vi. Era o olhar de uma criança à qual prometemos durante um ano irmos à EuroDisney e cancelarmos no dia anterior à viagem.

Suponho que te queiras ir embora agora, isto foi um erro, eu calculei logo que era bom demais para ser verdade - disse-me com uma mistura de desapontamento e raiva nos olhos.

Não, vamos tomar o pequeno almoço, sim?

Achas que isto é uma pastelaria? - disse agora mais agressiva.

Não foi isso que quis dizer. Tiveste este trabalho todo, não seria correcto agora recusar - disse eu tentando não dizer as coisas erradas.

Ah! Agora queres ficar por pena? Não preciso da tua caridade! - afirmou com os olhos a ficarem marejados.

Eh pá! Queres parar? Vamos lá começar de novo. Olá, eu sou o Rui - disse-lhe, estendendo a minha mão em sinal de tréguas.

Ana... muito prazer...

 

(continua no próximo post)


publicado por Anonimo às 02:44 | link do post | comentar

Quarta-feira, 03.10.07

Passaram três anos desde o meu divórcio e três anos desde que tive com outra mulher. Mas lembro-me perfeitamente do dia em que ela entrou no escritório, acompanhada pela gestora de recursos humanos. Chamava-se Alice Cortes e era a nova administrativa responsável pelos pagamentos aqui do escritório.

 

flirt no escritorioA sua pele era em tom de caramelo, cheia de juventude e o seu sorriso, muito agradável. Estava simplesmente vestida de saia preta e blusa branca. Não era uma rapariga magra, mas também não havia ali nenhum exagero. O seu cabelo castanho, apanhado em rabo-de-cavalo mostrava a sua beleza natural. Não era uma super-modelo mas quando o olhar dela bateu no meu, senti uma faísca e senti que tinha de ter aquela mulher.

 

Com o passar das semanas tornamo-nos amigos. E quando andava pelo escritório, apanhava-a muitas vezes a olhar para mim. E dava por mim a colocar-me em sítios onde a podia ver sem que ela notasse.

 

Então, o dia do meu sonho chegou quando saímos para almoçar e chegámos aos nossos carros ao mesmo tempo.

 

"Onde vais almoçar?" – perguntei enquanto andávamos para os carros.

"Ainda não decidi..." – respondeu.

"Eu devo ir ao KFC ou coisa assim, queres vir?"

 

Sustive a minha respiração, aquilo era um sorriso? Aquele esboçar de lábios que eu vi na cara dela, era um sorriso?

 

"Claro" – disse ela.

 

Tentando impressiona-la, acompanhei-a ao meu carro e abri-lhe a porta.

 

"Ainda bem que vamos no teu carro" – disse ela – "Odeio conduzir".

corpo de mulher nu"Eu entendo. O trânsito anda cada vez mais chato ultimamente." - Eu odeio aquele silêncio quando ninguém sabe o que dizer. Odeio ter de manter uma conversa e de repente ficar sem saber o que dizer a seguir. Mas não consegui evitar. Fui até ao restaurante de fast food o mais depressa que consegui.

"Comemos aqui ou levamos para comer lá?" perguntei

"Não! Comemos aqui. Não me apetece nada voltar para o escritório."

 

Parei e saí rapidamente para lhe abrir a porta. A saia justa subiu com o movimento dela a sair do carro, mostrando as suas peles macias. Foi complicado manter a compostura. Depois de pedirmos, sentámo-nos numa mesa.

 

"Reparei na forma como olhas para mim," – disse ela com um sorriso demoníaco na cara.

 

Acho que a minha cara adquiriu uns 12 a 15 tons de vermelho diferentes.

 

"Eu.. eu.. Acho-te uma jovem mulher muito atraente..."

"Que idade achas que eu tenho?"

"Não sei.. 28? Talvez 29?"

"Tenho 36."

"Não acredito," – eu estava mesmo admirado – "a sério? Não admira que me sinta atraído por ti.."

 

As palavras escaparam-me da boca e só tive vontade de trincar os lábios.

 

"Eu sei que estás..." – disse ela com aquele sorriso demoníaco de novo, agora ainda mais esboçado.

"E então?" – perguntei eu desafiadoramente.

"Então o quê?" – Ela estava a tentar desconversar e deixar-me doido ao mesmo tempo. Pior é que estava a conseguir.

"O que TU achas de mim?"

"Acho que tens aspecto de marrão. Daqueles ratos de laboratório ou de programador informático esquisitos." - Disse ela com aquele sorriso demoníaco que começava a tirar-me do sério.

"Um marrão?!?!?" – apesar de eu ser um programador, eu nunca me considerei um marrão.

"Sim.. Mas num embrulho muito engraçado..." – disse ela – "muito engraçado mesmo... "

"Aposto que gostavas de ver o meu embrulho completo também, não?" – suspirou ela sedutoramente inclinando-se para mim.

"De facto gostaria, mas nem acredito que estamos a falar disto, assim..."

"Somos ambos adultos marrão, há obviamente algum tipo de atracção entre nós porque todas as miúdas do escritório dizem que és um doce mas que nenhuma se consegue aproximar. O facto é que te aproximaste de mim, e como eu gosto do que vejo, mais vale aproveitar a oportunidade."

"Bolas.." - Disse eu engolindo em seco. Acho que me comporto mesmo como um marrão... –casal em abraço "És mesmo directa."

"A vida é curta demais para perdermos tempo."

"Sabes... ainda temos uma hora..."

"E?"

"E," – disse eu segurando as mãos dela – "eu moro aqui perto."

 

De novo aquele silêncio estúpido enquanto saíamos do restaurante e eu conduzia os três quarteirões até a minha casa. Bolas, ainda bem que fiz a limpeza...

 

"Bela Casa," – disse ela enquanto andava pela casa e se descalçava.

"Est......" – eu comecei a falar mas antes de conseguir acabar ela virou-se e beijou-me.

 

Pus os meus braços à volta dela e ela devolveu o abraço. Arrepiei-me quando ela começou a acariciar-me o pescoço, levemente, junto ao início do meu cabelo. Depois, ela moveu o corpo dela contra o meu, fechando-se contra mim.

 

As mãos dela desceram, agarrando a minha camisa. Em menos de nada estava em tronco nu, abraçado a ela. Os lábios dela encontraram rapidamente o meu pescoço e daí o meu peito. Mordiscou ambos os meus mamilos, contornou-os com a língua, causando-me arrepios.

 

Quando dei por mim ela estava de joelhos a lutar com o meu cinto até este desistir de dar luta e rapidamente estava nu em frente a ela. Ela pegou no meu membro e começou a acaricia-lo para baixo e para cima. Passou os dedos na cabeça enviando sensações fabulosas pelo meu corpo todo. Depois, engoliu-o. A sua língua, a técnica, tudo me deixou louco. Com a mão direita ajudava a boca, a mão esquerda mexiam nas minhas bolas. Eu fiquei ali, como um animal encadeado pela luz de um carro. Sem saber bem o que me estava a acontecer, com as minhas mãos na cabeça dela enquanto ela continuava.

 

Senti o meu orgasmo a chegar, mas ainda não estava pronto. Eu queria prova-la, senti-la primeiro. Levantei-a e comecei a despi-la. Tirei-lhe a blusa e o soutien e peguei no peito dela, firme, apertando os mamilos entre os dedos. Levantei-lhe a mama esquerda e coloquei o seu mamilo erecto na minha boca. Ela suspirou enquanto eu mordia e lambia o bico e toda a mama. Ajoelhei-me beijando-lhe a barriga e de lado, por baixo dos braços. Desapertei-lhe a saia e tirei-a bem como a tanga que ela tinha. Virei-a e comecei a acariciar-lhe as nádegas.

 

Era tão macia, redonda, morna. Na minha cabeça só apareciam imagens de mim a comê-la por detrás. Virei-a de novo e coloquei a minha boca na zona pélvica. Levantei-a e guiei-a até ao meu sofá e disse-lhe para sentar-se e colocar as pernas nos meus ombros, abrindo assim o seu túnel de amor.

 

Ela contorceu-se e gemeu e puxou mais a minha cabeça para ela enquanto a lambi, mordi e brinquei com o clítoris. Começou a mexer as ancas depressa e apertou-me com as coxas assim que o orgasmo a invadiu.

 

Subindo o corpo dela com beijos ternos, entrei nela. Movendo-me devagar primeiro, o meu mastro sedento de sexo estava deliciado com a sensação, o apertar; a humidade. Apalpei-lhe as nádegas e comecei a investir para dentro dela com força.

 

 

casal em acto"Tens algum lubrificante" – ouvi-a dizer entre gemidos.

"O quê?" – engoli em seco

"Tens algum lubrificante? Quero-te no meu cu."

"Oh merda..." – disse eu – "só tenho óleo de bebé."

"Corre, vai busca-lo..."

 

Sai dela e corri até à casa de banho. Lá estava o óleo de bebé. Encontrei-a de quatro quando voltei à sala. Ela tirou-me o óleo de bebé da mão, despejou um pouco no meu caralho e mexeu-lhe umas vezes até ficar completamente untado. Depois levou a embalagem até ao fim das costas e deixou uma boa quantidade escorreu pelo seu rabo abaixo.

 

"Pronto," – disse ela segurando o meu mastro enquanto eu me posicionava atrás dela. "Mete-o devagar. Não és nada pequeno, sabias?"

 

Com cuidado, entrei-lhe no cú. A sensação foi incrível. Não posso acreditar que nunca tinha experimentado isto antes. Agarrando-a com firmeza nas ancas senti o orgasmo a chegar de novo.

 

"Sim!" – gritei enquanto descarregava o meu conteúdo no cú dela.

 

Caímos ambos no chão assim que suavemente saí dela. Fechei os meus olhos e senti uma sensação incrível a percorrer o meu corpo todo. Deitei-me de costas e ela deitou-se por cima de mim. Acariciei-lhe as costas e o rabo. Olhei-a nos olhos. A sua suavidade e proximidade eram um cobertor de segurança enquanto adormecia.

 

"Sabes que o almoço já acabou à algum tempo" – ouvi uma masculina a dizer.

"O quê?" – disse eu abrindo os meus olhos.

 

Levantei a cabeça da mesa e encontrei o meu melhor amigo Tiago e ao lado dela a Alice.

 

"Estavas a dormir ferrado amigo" – disse o Tiago – "em que estavas a sonhar? Man.. Tu estavas a gemer..."

 

Embaraçado, levantei-me e olhei para o olhar da Alice. Ela estava a rir e a acenar com a cabeça. Apanhei-a a olhar para as minhas virilhas. Eu estava duro como uma rocha e notava-se. Bom, se calhar da próxima vez este sonho torne-se realidade.



publicado por Anonimo às 14:40 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 02.10.07

Deitámo-nos proximo da uma da manhã. Estava mesmo num dia não. As finanças apertam, uma gripe ainda mal curada, o trabalho a apertar. Digamos que todas as condições que nos levam a cabeça para longe do sexo estavam garantidas.

sexo, mulher tocando-seDepois foi as voltas na cama. O sono que não queria chegar. O ter de dormir e a manhã estar já ali: a poucas horas de distância. Tu, a meu lado, dormias. Dormias um sono firme, reparador. Um daqueles sonos que custam a acordar. Vi-te dormir. Vi teu peito encher e vazar de ar, por baixo do edredon quente.

E deste uma volta, e depois mais outra. E aos poucos a luz da Lua que entrava pela janela beijou teu peito nú. A coberta que protegia o teu sono aos poucos foi caindo revelando teus seios nús, fartos, lindos.. Teus bicos ao entrar em contacto com o ar frio da noite endurecem e engrossam. Tornam-se altivos e enrugados.

Ja nada mais me passava pela cabeça. Apenas a imagem do teu bico, enriçado, a chamar a atenção. A luz da Lua, entrando pela janela, continuava a afagar-te o corpo. Voltei-me para ti e tomei teu bico todo na minha boca. Duro e firme. Lambi-o e mordi-o. Tu, sem acordares, soltaste algo que se assemelhava vagamente a um suspiro. E continuei. Devagar, lambi em volta do teu mamilo, apertando a mama grande e opulenta, fazendo o bico entrar ainda mais na minha boca. Gemeste com mais intensidade, mas não acordaste ainda.

Ainda continuei uns minutos e comecei a deslizar a mão pelo teu tronco, de lado, terminando na tua anca. Acariciei-te a anca passando um pouco por trás e seguindo para a frente até parar nos teus pelos púbicos. Levemente, levei um dedo ao teu sexo, apenas por fora dos lábios. Estavam levemente humedecidos, de suor. Soltaste um suspiro mais forte agora. Ainda continuas a dormir, mas já te meches mais. Provavelmente pensas ser um sonho.

Com o teu bico ainda na minha boca, primo o meu dedo de encontro ao teu sexo, abrindo oshome e mulher tocando-se, sexo labios e tocando-te no teu ponto sensível. Arqueaste um pouco o corpo, mas sempre sem acordares. Começavas já a ficar húmida e continuei a lamber e a trincar o teu mamilo enquanto afagava o teu clitoris e a entrada do teu sexo. Gemias mais e mais.

Enfiei-te um dedo dentro de ti e soltas-te um gemido. Abriste os olhos mas fechaste-os logo. Continuei num movimento de vai e vem. Primeiro com um dedo, depois com dois. Comcei a penetrar-te com mais força e mais rapidamente e ameaçaste acordar. Segurava tua mama com os lábios, fazendo-a pender como um pêndulo, segurando o mamilo com os dentes. Mais um dedo e começaste a acordar e a aperceber-te do que estava a passar. Olhaste para mim e procuraste o meu caralho com a tua mão. Gemias agora mais e mais, enquanto afundava os dedos em ti.

Afastaste o corpo de forma a eu não chegar ao teu sexo e molhaste os dedos na tua boca. Passaste-os depois na cabeça do meu mastro. Gemi de prazer. Depois agarraste-o e começaste a masturbar-me. Saltei por cima de ti e deixei-me escorregar pelo teu corpo até ter tua cona aberta, mesmo de frente aos meus olhos. Abri suavemente com as mãos e mergulhei nos teus perfumes e aromas com fome.

Lambi-te energicamente. Senti o teu corpo arquear e gemias cada vez mais e mais. Lambi-te a tua cona até te vires na minha boca e encheres-te de fluido, doce e quente. Quando te vieste, fizeste o teu rabo levantar da cama e deixaste-o cair quando a emoçao passou. Olhei para a tua cona ali, disponível e a fome cresceu-me de novo. Voltei a lamber-te, agora com mais intensidade. Apertando mais a lingua contra ti. Labendo ora com força desde a entrada dcoito, sexo, homem e mulhera cona até à ponta do clitoris, ora apenas com a ponta da lingua no teu clitoris que pulsava a cada jorro de sangue que te percorria as veias. Vieste-te de novo, agora com mais intensidade. Antes que acabasse a tua emoção, subi e enfiei-te o meu caralho duro dentro de ti. Com força. Tudo o que havia para entrar entrou naquele momento.

Continuei a foder-te com estocadas firmes e com força. Tirando mesmo praticamente todo e enfiando todo a seguir. Vi a tua excitação a crescer mais uma vez. Comecei a entrar com mais força e mais depressa. E continuei a aumentar a força e a velocidade. Uns minutos depois vinhas-te de novo enquanto investia com força dentro de ti. Um minuto depois, também me vim em grossos jorros, dentro de ti.

Caí para o lado, tu deixaste cair os braços de cansaço. Deitaste-te de lado e puxaste o meu braço por cima de ti. Como se puxasses uma protecção divina. Encostaste o teu rabo ao meu caralho ainda molhado.

"Gosto de te sentir molhado contra o meu rabo" - Disseste tu, com ar safado. Depois adormeceste. Ver-te adormecer foi a última coisa que me lembro de sentir, até adormecer também. É, sem dúvida, o melhor comprimido para a insónia.



publicado por Anonimo às 17:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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