Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Passaram três anos desde o meu divórcio e três anos desde que tive com outra mulher. Mas lembro-me perfeitamente do dia em que ela entrou no escritório, acompanhada pela gestora de recursos humanos. Chamava-se Alice Cortes e era a nova administrativa responsável pelos pagamentos aqui do escritório.

 

flirt no escritorioA sua pele era em tom de caramelo, cheia de juventude e o seu sorriso, muito agradável. Estava simplesmente vestida de saia preta e blusa branca. Não era uma rapariga magra, mas também não havia ali nenhum exagero. O seu cabelo castanho, apanhado em rabo-de-cavalo mostrava a sua beleza natural. Não era uma super-modelo mas quando o olhar dela bateu no meu, senti uma faísca e senti que tinha de ter aquela mulher.

 

Com o passar das semanas tornamo-nos amigos. E quando andava pelo escritório, apanhava-a muitas vezes a olhar para mim. E dava por mim a colocar-me em sítios onde a podia ver sem que ela notasse.

 

Então, o dia do meu sonho chegou quando saímos para almoçar e chegámos aos nossos carros ao mesmo tempo.

 

"Onde vais almoçar?" – perguntei enquanto andávamos para os carros.

"Ainda não decidi..." – respondeu.

"Eu devo ir ao KFC ou coisa assim, queres vir?"

 

Sustive a minha respiração, aquilo era um sorriso? Aquele esboçar de lábios que eu vi na cara dela, era um sorriso?

 

"Claro" – disse ela.

 

Tentando impressiona-la, acompanhei-a ao meu carro e abri-lhe a porta.

 

"Ainda bem que vamos no teu carro" – disse ela – "Odeio conduzir".

corpo de mulher nu"Eu entendo. O trânsito anda cada vez mais chato ultimamente." - Eu odeio aquele silêncio quando ninguém sabe o que dizer. Odeio ter de manter uma conversa e de repente ficar sem saber o que dizer a seguir. Mas não consegui evitar. Fui até ao restaurante de fast food o mais depressa que consegui.

"Comemos aqui ou levamos para comer lá?" perguntei

"Não! Comemos aqui. Não me apetece nada voltar para o escritório."

 

Parei e saí rapidamente para lhe abrir a porta. A saia justa subiu com o movimento dela a sair do carro, mostrando as suas peles macias. Foi complicado manter a compostura. Depois de pedirmos, sentámo-nos numa mesa.

 

"Reparei na forma como olhas para mim," – disse ela com um sorriso demoníaco na cara.

 

Acho que a minha cara adquiriu uns 12 a 15 tons de vermelho diferentes.

 

"Eu.. eu.. Acho-te uma jovem mulher muito atraente..."

"Que idade achas que eu tenho?"

"Não sei.. 28? Talvez 29?"

"Tenho 36."

"Não acredito," – eu estava mesmo admirado – "a sério? Não admira que me sinta atraído por ti.."

 

As palavras escaparam-me da boca e só tive vontade de trincar os lábios.

 

"Eu sei que estás..." – disse ela com aquele sorriso demoníaco de novo, agora ainda mais esboçado.

"E então?" – perguntei eu desafiadoramente.

"Então o quê?" – Ela estava a tentar desconversar e deixar-me doido ao mesmo tempo. Pior é que estava a conseguir.

"O que TU achas de mim?"

"Acho que tens aspecto de marrão. Daqueles ratos de laboratório ou de programador informático esquisitos." - Disse ela com aquele sorriso demoníaco que começava a tirar-me do sério.

"Um marrão?!?!?" – apesar de eu ser um programador, eu nunca me considerei um marrão.

"Sim.. Mas num embrulho muito engraçado..." – disse ela – "muito engraçado mesmo... "

"Aposto que gostavas de ver o meu embrulho completo também, não?" – suspirou ela sedutoramente inclinando-se para mim.

"De facto gostaria, mas nem acredito que estamos a falar disto, assim..."

"Somos ambos adultos marrão, há obviamente algum tipo de atracção entre nós porque todas as miúdas do escritório dizem que és um doce mas que nenhuma se consegue aproximar. O facto é que te aproximaste de mim, e como eu gosto do que vejo, mais vale aproveitar a oportunidade."

"Bolas.." - Disse eu engolindo em seco. Acho que me comporto mesmo como um marrão... –casal em abraço "És mesmo directa."

"A vida é curta demais para perdermos tempo."

"Sabes... ainda temos uma hora..."

"E?"

"E," – disse eu segurando as mãos dela – "eu moro aqui perto."

 

De novo aquele silêncio estúpido enquanto saíamos do restaurante e eu conduzia os três quarteirões até a minha casa. Bolas, ainda bem que fiz a limpeza...

 

"Bela Casa," – disse ela enquanto andava pela casa e se descalçava.

"Est......" – eu comecei a falar mas antes de conseguir acabar ela virou-se e beijou-me.

 

Pus os meus braços à volta dela e ela devolveu o abraço. Arrepiei-me quando ela começou a acariciar-me o pescoço, levemente, junto ao início do meu cabelo. Depois, ela moveu o corpo dela contra o meu, fechando-se contra mim.

 

As mãos dela desceram, agarrando a minha camisa. Em menos de nada estava em tronco nu, abraçado a ela. Os lábios dela encontraram rapidamente o meu pescoço e daí o meu peito. Mordiscou ambos os meus mamilos, contornou-os com a língua, causando-me arrepios.

 

Quando dei por mim ela estava de joelhos a lutar com o meu cinto até este desistir de dar luta e rapidamente estava nu em frente a ela. Ela pegou no meu membro e começou a acaricia-lo para baixo e para cima. Passou os dedos na cabeça enviando sensações fabulosas pelo meu corpo todo. Depois, engoliu-o. A sua língua, a técnica, tudo me deixou louco. Com a mão direita ajudava a boca, a mão esquerda mexiam nas minhas bolas. Eu fiquei ali, como um animal encadeado pela luz de um carro. Sem saber bem o que me estava a acontecer, com as minhas mãos na cabeça dela enquanto ela continuava.

 

Senti o meu orgasmo a chegar, mas ainda não estava pronto. Eu queria prova-la, senti-la primeiro. Levantei-a e comecei a despi-la. Tirei-lhe a blusa e o soutien e peguei no peito dela, firme, apertando os mamilos entre os dedos. Levantei-lhe a mama esquerda e coloquei o seu mamilo erecto na minha boca. Ela suspirou enquanto eu mordia e lambia o bico e toda a mama. Ajoelhei-me beijando-lhe a barriga e de lado, por baixo dos braços. Desapertei-lhe a saia e tirei-a bem como a tanga que ela tinha. Virei-a e comecei a acariciar-lhe as nádegas.

 

Era tão macia, redonda, morna. Na minha cabeça só apareciam imagens de mim a comê-la por detrás. Virei-a de novo e coloquei a minha boca na zona pélvica. Levantei-a e guiei-a até ao meu sofá e disse-lhe para sentar-se e colocar as pernas nos meus ombros, abrindo assim o seu túnel de amor.

 

Ela contorceu-se e gemeu e puxou mais a minha cabeça para ela enquanto a lambi, mordi e brinquei com o clítoris. Começou a mexer as ancas depressa e apertou-me com as coxas assim que o orgasmo a invadiu.

 

Subindo o corpo dela com beijos ternos, entrei nela. Movendo-me devagar primeiro, o meu mastro sedento de sexo estava deliciado com a sensação, o apertar; a humidade. Apalpei-lhe as nádegas e comecei a investir para dentro dela com força.

 

 

casal em acto"Tens algum lubrificante" – ouvi-a dizer entre gemidos.

"O quê?" – engoli em seco

"Tens algum lubrificante? Quero-te no meu cu."

"Oh merda..." – disse eu – "só tenho óleo de bebé."

"Corre, vai busca-lo..."

 

Sai dela e corri até à casa de banho. Lá estava o óleo de bebé. Encontrei-a de quatro quando voltei à sala. Ela tirou-me o óleo de bebé da mão, despejou um pouco no meu caralho e mexeu-lhe umas vezes até ficar completamente untado. Depois levou a embalagem até ao fim das costas e deixou uma boa quantidade escorreu pelo seu rabo abaixo.

 

"Pronto," – disse ela segurando o meu mastro enquanto eu me posicionava atrás dela. "Mete-o devagar. Não és nada pequeno, sabias?"

 

Com cuidado, entrei-lhe no cú. A sensação foi incrível. Não posso acreditar que nunca tinha experimentado isto antes. Agarrando-a com firmeza nas ancas senti o orgasmo a chegar de novo.

 

"Sim!" – gritei enquanto descarregava o meu conteúdo no cú dela.

 

Caímos ambos no chão assim que suavemente saí dela. Fechei os meus olhos e senti uma sensação incrível a percorrer o meu corpo todo. Deitei-me de costas e ela deitou-se por cima de mim. Acariciei-lhe as costas e o rabo. Olhei-a nos olhos. A sua suavidade e proximidade eram um cobertor de segurança enquanto adormecia.

 

"Sabes que o almoço já acabou à algum tempo" – ouvi uma masculina a dizer.

"O quê?" – disse eu abrindo os meus olhos.

 

Levantei a cabeça da mesa e encontrei o meu melhor amigo Tiago e ao lado dela a Alice.

 

"Estavas a dormir ferrado amigo" – disse o Tiago – "em que estavas a sonhar? Man.. Tu estavas a gemer..."

 

Embaraçado, levantei-me e olhei para o olhar da Alice. Ela estava a rir e a acenar com a cabeça. Apanhei-a a olhar para as minhas virilhas. Eu estava duro como uma rocha e notava-se. Bom, se calhar da próxima vez este sonho torne-se realidade.



publicado por Anonimo às 14:40 | link do post | comentar

2 comentários:
De Rita a 6 de Outubro de 2007 às 15:10
Bom post... e boa escrita.

Parabéns. ;)


De Alex a 2 de Outubro de 2008 às 01:28
De facto, muito boa escrita sem cair no devaneio ordinário, vulgo brejeiro, continua ficaste com um leitor assíduo.


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