Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Deitámo-nos proximo da uma da manhã. Estava mesmo num dia não. As finanças apertam, uma gripe ainda mal curada, o trabalho a apertar. Digamos que todas as condições que nos levam a cabeça para longe do sexo estavam garantidas.

sexo, mulher tocando-seDepois foi as voltas na cama. O sono que não queria chegar. O ter de dormir e a manhã estar já ali: a poucas horas de distância. Tu, a meu lado, dormias. Dormias um sono firme, reparador. Um daqueles sonos que custam a acordar. Vi-te dormir. Vi teu peito encher e vazar de ar, por baixo do edredon quente.

E deste uma volta, e depois mais outra. E aos poucos a luz da Lua que entrava pela janela beijou teu peito nú. A coberta que protegia o teu sono aos poucos foi caindo revelando teus seios nús, fartos, lindos.. Teus bicos ao entrar em contacto com o ar frio da noite endurecem e engrossam. Tornam-se altivos e enrugados.

Ja nada mais me passava pela cabeça. Apenas a imagem do teu bico, enriçado, a chamar a atenção. A luz da Lua, entrando pela janela, continuava a afagar-te o corpo. Voltei-me para ti e tomei teu bico todo na minha boca. Duro e firme. Lambi-o e mordi-o. Tu, sem acordares, soltaste algo que se assemelhava vagamente a um suspiro. E continuei. Devagar, lambi em volta do teu mamilo, apertando a mama grande e opulenta, fazendo o bico entrar ainda mais na minha boca. Gemeste com mais intensidade, mas não acordaste ainda.

Ainda continuei uns minutos e comecei a deslizar a mão pelo teu tronco, de lado, terminando na tua anca. Acariciei-te a anca passando um pouco por trás e seguindo para a frente até parar nos teus pelos púbicos. Levemente, levei um dedo ao teu sexo, apenas por fora dos lábios. Estavam levemente humedecidos, de suor. Soltaste um suspiro mais forte agora. Ainda continuas a dormir, mas já te meches mais. Provavelmente pensas ser um sonho.

Com o teu bico ainda na minha boca, primo o meu dedo de encontro ao teu sexo, abrindo oshome e mulher tocando-se, sexo labios e tocando-te no teu ponto sensível. Arqueaste um pouco o corpo, mas sempre sem acordares. Começavas já a ficar húmida e continuei a lamber e a trincar o teu mamilo enquanto afagava o teu clitoris e a entrada do teu sexo. Gemias mais e mais.

Enfiei-te um dedo dentro de ti e soltas-te um gemido. Abriste os olhos mas fechaste-os logo. Continuei num movimento de vai e vem. Primeiro com um dedo, depois com dois. Comcei a penetrar-te com mais força e mais rapidamente e ameaçaste acordar. Segurava tua mama com os lábios, fazendo-a pender como um pêndulo, segurando o mamilo com os dentes. Mais um dedo e começaste a acordar e a aperceber-te do que estava a passar. Olhaste para mim e procuraste o meu caralho com a tua mão. Gemias agora mais e mais, enquanto afundava os dedos em ti.

Afastaste o corpo de forma a eu não chegar ao teu sexo e molhaste os dedos na tua boca. Passaste-os depois na cabeça do meu mastro. Gemi de prazer. Depois agarraste-o e começaste a masturbar-me. Saltei por cima de ti e deixei-me escorregar pelo teu corpo até ter tua cona aberta, mesmo de frente aos meus olhos. Abri suavemente com as mãos e mergulhei nos teus perfumes e aromas com fome.

Lambi-te energicamente. Senti o teu corpo arquear e gemias cada vez mais e mais. Lambi-te a tua cona até te vires na minha boca e encheres-te de fluido, doce e quente. Quando te vieste, fizeste o teu rabo levantar da cama e deixaste-o cair quando a emoçao passou. Olhei para a tua cona ali, disponível e a fome cresceu-me de novo. Voltei a lamber-te, agora com mais intensidade. Apertando mais a lingua contra ti. Labendo ora com força desde a entrada dcoito, sexo, homem e mulhera cona até à ponta do clitoris, ora apenas com a ponta da lingua no teu clitoris que pulsava a cada jorro de sangue que te percorria as veias. Vieste-te de novo, agora com mais intensidade. Antes que acabasse a tua emoção, subi e enfiei-te o meu caralho duro dentro de ti. Com força. Tudo o que havia para entrar entrou naquele momento.

Continuei a foder-te com estocadas firmes e com força. Tirando mesmo praticamente todo e enfiando todo a seguir. Vi a tua excitação a crescer mais uma vez. Comecei a entrar com mais força e mais depressa. E continuei a aumentar a força e a velocidade. Uns minutos depois vinhas-te de novo enquanto investia com força dentro de ti. Um minuto depois, também me vim em grossos jorros, dentro de ti.

Caí para o lado, tu deixaste cair os braços de cansaço. Deitaste-te de lado e puxaste o meu braço por cima de ti. Como se puxasses uma protecção divina. Encostaste o teu rabo ao meu caralho ainda molhado.

"Gosto de te sentir molhado contra o meu rabo" - Disseste tu, com ar safado. Depois adormeceste. Ver-te adormecer foi a última coisa que me lembro de sentir, até adormecer também. É, sem dúvida, o melhor comprimido para a insónia.



publicado por Anonimo às 17:14 | link do post | comentar

1 comentário:
De Rita a 6 de Outubro de 2007 às 22:20
Hoje foi um daqueles sábados em que escolhi não ter de pensar e não ter de fazer algo em concreto. Dediquei-o a mim e ás tarefas simples do dia-a-dia, na companhia da minha gata. Aproveitei para navegar na net e desfrutar das pequenas maravilhas que a tecnologia nos oferece, quando, não sei muito bem como, dei com o teu blog. O título e as imagens captaram a minha atenção, e a curiosidade em ler o que lá estava escrito falou mais alto.

Tal como referi no comment anterior, achei os posts bastante interessantes no sentido em que é visível um equilíbrio na forma como descreves as situações e os factos relacionadas om um tema em que, facilmente, se é brejeiro.

Espero que continues a escrever, pois as tuas ''estórias e devaneios sexuais contados na primeira pessoa" captaram a minha atenção.

P.S. - Se te apetecer comentar ou simplesmente dizer um ''olá'' podes contactar-me através do meu e-mail ritaxkapa@gmail.com


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