Quinta-feira, 30.10.08

Sou um profissional de informática. Tenho um pequeno escritório numa rua pouco movimentada de Lisboa. Para reduzir custos, esse escritório é uma cave e apenas tem janelas para as traseiras. Para a frente, apenas tem uma pequena janela, ao nível da calçada. Tenho a minha secretária encostada a essa parede. O que até é bom. Para além dos pés que ocasionalmente passam na rua, tenho muito pouco com que me distrair.

 

Naquela manhã, estava às voltas com mais um daqueles projectos chatos de encher chouriços. Mais do mesmo. Um certo designer envia-me umas imagens mal amanhadas, eu parto aos bocados, meto alguma tecnologia por detrás et voilá! Um site de internet. Basta juntar água. Mas pronto, paga as contas, que ao fim ao cabo é o que mais importa.

 

Estava eu perdido nestes pensamentos, enquanto rodava na minha cadeira como uma criança quando vi aqueles pés pela primeira vez. Quer dizer, são uns pés. Como tantos outros que passam à minha janela. Mas aqueles eram uns pés femininos, lindos, elegantes, que não sei porquê chamaram-me à atenção. Eu nunca fui muito dado a fetiches, mas aqueles pés em particular chamaram-me à atenção como nenhuns anterioremente. Calçavam uns sapatos cor de laranja, com unhas bem arranjadas e bonitas. Debrucei-me sobre a mesa para tentar ver para cima, mas não consegui ver a mulher que acompanhava. Apenas a voz meia sumida. Estava a falar ao telefone, mesmo em frente à minha janela. Ainda ficou algum tempo até desaparecer do horizonte da minha janelinha.

 

Não entendi o efeito que aqueles pés tiveram em mim. Nunca me tinha acontecido. Mas a verdade é que até me fizeram sentir um bocadinho excitado. Afastei os pensamentos sobre aqueles pés da cabeça e continuei com a minha vida.

 

No dia seguinte, enquanto estava perdido nas minhas linhas de código quando passaram aqueles pés de novo. Agora os sapatos eram diferentes. Tentei subir para cima da mesa, mas o amontodado de coisas não me deixaram ver o que se passava acima do meu escritório. Mas tinha a certeza absoluta que seriam os mesmos pés. Tinham de ser.

 

No dia seguinte, reorganizei o meu escritório. Fiquei com menos espaço, mas agora tinha uma vista directa para a rua. Ainda era de baixo para cima. Mas simplesmente tinha de ver o que se passava ali em cima. Mas do objecto do meu desejo, nada. Muitos pés passavam. Sapatos de todos os formatos e tamanhos. Mas nenhuns eram os meus. Eu reconheceria-os em qualquer lado. Perdi a esperança. Por completo.

 

Passados uns dias, duas semanas talvez, já não havia réstia de memória dos sapatos e daqueles pés de sonho que tinha visto. Quando ouvi uma voz. Agora mais distinta, estando colocado numa outra posição, conseguia ouvir um som mais directo. Olhei para cima e lá estavam os pés de novo. A mesma voz ao telefone, os mesmos pés.

 

Espreitei para cima e energonhei com o que vi. A dona daqueles pés deliciosos estava ali, a falar ao telefone, no mesmo tom apressado. Os pés, bem calçados nuns sapatos pretos, salto alto. E uma saia que dali parecia praticamente não existir. Corei e voltei o olhar. Fugi até da janela. Mas a curiosidade era maior e voltei. Olhei para cima e senti-me crescer dentro das calças. Ali estava eu, a menos de 2 metros daquelas pernas que se estendiam em frente a meus olhos. Sensuais. Esbeltas.

 

Abri a minha breguilha e deixei-o sair para fora. O espaço estava cada vez menos dentro das calças. comecei por lhe mecher ao de leve até que comecei a masturbar-me convictamente. Olhava para as pernas e imaginava-me a lambe-las e roçar o meu caralho duro nelas. Até que me vim e soltei um grito meio abafado com isto. Olhei para cima e encontrei um olhar que me fitava. Ela, esboçou um sorriso maroto e seguiu o seu caminho.

 

Não sei como me senti mas nunca tinha sentido tanta vergonha na minha vida. Voltei ao trabalho e tentei convencer-me que nada daquilo tinha acontecido. Esperei uns momentos mas ninguém me bateu à porta. "De certeza que foi embora" - pensei eu. E afastei da cabeça a memória daquelas pernas fabulosas e do meu incidente.

 

(Continua no próximo post)


Anonimo às 02:04 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.10.08
(Esta é uma história em várias partes. Leia aqui a primeira, segunda e terceira parte)
 

O doce aroma a pêssego começava a invadir-me os sentidos. Ao mesmo tempo, o aroma intenso da excitação de Ana enebria-me e aumenta a minha vontade. Sinto-me a aumentar e a sentir o meu estômago vazio e frio.

 

Beijo-lhe as pernas que se abrem carinhosamente. Ana, apoia-se nos braços deixando cair a cabeça para trás. Solta um gemido mais sonoro agora. continuo a beijar-lhe as pernas e passo as mãos pelas suas coxas. Ora por fora, ora por dentro. Ana deixa-se cair na cama, de costas, elevando ligeramente as ancas expondo-me o seu sexo rosado e molhado.

 

Abracei os seus lábios molhados com os lábios num beijo contínuo e profundo. Lentamente, passo a ponta da minha lingua pelos seus lábios vaginais, parando no seu clitoris, mais rosado, cheio de desejo. Aperto-o com os labios e faço pequenos circulos apenas com a ponta da língua. Sinto-a a inundar-se cada vez mais, Lambo rapidamente o seu sumo. Concentro-me depois apenas no seu clitoris enquanto exploro os seus seios, ancas e nádegas. Ana começa agora a gemer cada vez mais alto.

 

Enquanto faço círculos com a lígua, introduzo dois dedos na sua vagina, inclinados de trás para a frente, procurando no seu interior aquele ponto mais esponjoso.

 

O que procuras? - pergunta Ana entre gemidos. Nisto solta um grito forte e as suas costas arqueiam.

Não sei o que procuraste, mas encontraste de certeza - diz ela, agora gemendo alto e gemendo enquanto agarra o lençol com força, arrancando-o do colchão.

 

Em pouco tempo solta um grito muito forte enquanto as ancas dela saltam como se tivessem vida própria. a sua vagina despeja o nectar do orgasmo forte. Até que o braço lhe cai, imóvel.

 

Que fizeste? O que raio fizeste tu? Como fizeste isto? - pergunta ele entre suspiros e um arfar de prazer.

 

Não me dá tempo para responder. Ergue-se deixando a minha cara entre as suas mamas. Pego num dos seus bicos erectos e abocanho-o com carinho. Ela, ergue.se puxando-me para cima até me levantar por completo. Depois empurra-me e eu caio de costas num puff cor-de-rosa com uma grande hello kitty estampada.

 

Ajoelha-se entre as minhas pernas e começa a lamber-me o meu mastro duro. Solto um gemido mudo, e sinto todo o meu corpo estremecer. Com a boca aberta, introduz-me na sua boca. Apenas a lingua toca continuamente na parte de baixo e, uns momento depois, a cabeça encontra o seu céu da boca. A cada investida, sinto que vou explodir. Tento aguentar-me como posso, o mais que posso.

 

Assim vais-me fazer vir já, calma - imploro.

 

Ela, retira-o da boca e aninha-o entre os seus seios volumosos. Sinto toda a sua carne morna e macia e sinto-me as pernas a tremer enquanto solto gemidos sem os conseguir controlar. Após algumas carícias, ergue.se e vira-se de costas para mim. Passa por cima das minhas pernas ficando as suas nádegas a poucos centímetros da minha cara. Segura no meu membro, colocando-o em posíção, enquanto desce até o ver entrar todo dentro da sua gruta molhada.

 

Não consigo descrever as sensações. Um turbilhão de emoções passam pelo meu pensamento enquanto vejo o seu corpo subir e descer, vendo o meu mastro ora aparecer ora desaparecer completamente dentro dela. Sinto a terra mecher, o meu coração praticamente me sai pela boca.

 

Vou-me vir - grito eu sentindo a torrente de esperma à beira da explosão. Num movimento quase automático, Ana salta de cima de mim e ajoelha-se a meus pés de novo, recebendo na sua boca tudo o que sai de mim.

 

Deixo cair os braços e sinto-me desfalecer enquanto ela afaga-me o meu mastro, a expelir os final do acto.

 

Deitamo-nos os dois na cama, ela de costas para mim, encaixados num movimento perfeito, complementar.

 

Espero que daqui a bocado te lembres disto - diz-me Ana baixinho.

Não te preocupes que isto eu não vou esquecer nunca - respondo-lhe com um sorriso.



Anonimo às 23:30 | link do post | comentar | ver comentários (1)

(Se não leu esta história desde o início, veja aqui a primeira e a segunda parte)

 

Ficámos uns segundos sem dizer palavra. Reparei no canto do lábio dela, um pequeno tique nervoso. Estaria nervosa? Bom, temos de admitir que tem razões para isso.

 

Aos poucos, a memória do dia anterior começava a voltar. Lembrei-me do bar, do útimo que entrei. Da discoteca. Lembro-me do que tinha vestido. Lembrei-me de ter pensado que nunca tinha visto uma mulher assim, gorducha.. parecer tão bem. a vergonha do pensamento invadiu-me o pensamento. Que estupidez. O que tem a ver?

 

Bem vamos comer? - A voz de Ana cortou o silencio e o meu pensamento.

Vamos, sim. Levantei-me e reparei, de novo, que estava completamente sem roupa. Envegonhado, voltei a sentar-me e a cobrir o meu colo com o endredon amarelo e rosa que cobria a cama. Ana soltou uma gargalhada.

 

Meu querido, estas com vergonha?

Ana, podes não acreditar, mas isto é algo que não acontece. - Disse eu ainda mais evergonhado.

Ah! Vais-me dizer que não costumas ter encontros como o nosso? - Perguntou, trocista.

Bom... contando com hoje.. já me aconteceu.. uma vez.

Oh! Vai lá gozar com a prima sim?

Juro-te! Olha bem para mim! Achas que sou do tipo de homem que uma mulher procura? E por falar nisso, como raio é que tu te interessaste por mim?

Eu interessei por ti? Não consegui pregar olho a pensar na mesma coisa! Como é que um tipo giro olha duas vezes para uma gorda como eu!

Ei, ei! Gorda? Ana, tu és das mulheres mais atraentes que já vi.

Oh.. Cala-te e anda comer.

 

Ana volta-se levanta. Antes, consigo ver uma lágrima a correr-lhe pela face. Ergo-me e seguro-lhe no braço.

 

Espera - peço-lhe - o que se passa?

Não sei. Só queria que gostasses de mim. Afinal, nem sabes como é que viste aqui parar. Isto é a história da minha vida.

 

As lágrimas correm pela face de Ana. Uma após as outras. Uma das lágrimas detém-se no canto da boca. Institivamente, beijei-lhe a cara e abracei-a. Acho que a apanhei desprevenida. O primeiro impulso foi de me afastar. Fitei-a directamente nos olhos e ela de volta. Olhámo-nos alguns momentos. E abracámo-nos. Senti os braços dela a segurar-me fote, por debaixo dos meus. Aninhando-se. Abracei-a e tentei transmitir-lhe toda a segurança que conseguia.

 

Sentia o corpo dela contra o meu. Através do seu robe fino, sentia o seu calor invadir-me o tronco nú. Beijámo-nos. Um beijo longo e profundo. Senti o seu peito, cheio de excitação, crescer contra o meu peito.

 

Levantei-me e dei a volta à cama. Ajoelhei-me à sua frente. Beijei-lhe os joelhos, ternamente e senti um suspiro de arrepio escapar-se-lhe entre os lábios. Vagarosamente, os seu joelhos separaram-se deixando-me entrar no seu mundo, muito, muito devagar.

 

(continua no próximo post)



Anonimo às 01:29 | link do post | comentar

Domingo, 26.10.08
(Se não leu esta história desde o início, veja aqui a primeira parte)

 

 

 

Comecei a recapitular tudo o que tinha passado na noite passada dentro da minha cabeça. Haviam demasiados pontos com nevoeiro. Mas lembrava-me vagamente da noite. Lembrava-me do jantar, do bife demasiadamente mal passado que não consegui comer. Lembrava-me da sobremesa divinal que comi a seguir. Doce da casa. Esse doce mítico que, como o nome indica, muda de casa para casa. Agora da mulher que agbbw2_by_christphotoora me servia um pequeno almoço na cama, nem uma única memoria.

 

Bom, tens de alimentar-te depois desta noite. Onde aprendeste a fazer aquelas coisas? Deves ter tido uma professora fabulosa - dizia ela enquanto me piscava o olho e me lençava sorrisos matreiros.

 

Era uma mulher bonita. Atraente sem ser uma modelo de passerelle. Os cabelo ainda molhados do banho pendiam-lhe pelos ombros tapados apenas por um robe fino. Através do tecido, vislumbrava-se todo o seu corpo em contraluz. Era uma mulher com um sorriso e olhar meigo e parecia claramente estar a tentar parecer mais à vontade do que de facto estava. Tinha formas generosas, e a sua azáfama a montar o aparato do pequeno almoço deixava desnudados os seu seios fartos e cheios, meio pendentes. Era uma mulher real. Sem ser daquelas das publicidades de lingerie. Daquelas que aprecem feitas de cera e dignas de estar num museu para todos vislumbrarem. Apenas uma mulher. Meiga e doce.

 

As suas formas eram de uma sensualida que não conseguia entender perfeitamente e, no entanto, excitavam-me muito. O seu estômago saliente, mostrava uma forma um pouco descuidada. Ou simplesmente uma normalidade de quem se está positivamente borrifando para as normas e padrões. O seu olhar, os seus labios, os cabelos aloirados (e sim, eram loiros mesmo, a julgar pelo resto dos cabelos mais íntimos e que compunham toda a composição), os seu ombros de aspecto macio, o seu peito grande e as suas ancas arredondadas pareciam-me simplesmente perfeitas.

 

Olha - disse eu com voz rouca - quero-te pedir desculpa. Ela parou e ficou a olhar-me, esperando para ver o que me ia sair da boca. Eu não faço ideia de onde estou - disse com vergonha e olhando para o chão. Ergui os olhos para encontrar a expressão de maior desilusão que alguma vez vi. Era o olhar de uma criança à qual prometemos durante um ano irmos à EuroDisney e cancelarmos no dia anterior à viagem.

Suponho que te queiras ir embora agora, isto foi um erro, eu calculei logo que era bom demais para ser verdade - disse-me com uma mistura de desapontamento e raiva nos olhos.

Não, vamos tomar o pequeno almoço, sim?

Achas que isto é uma pastelaria? - disse agora mais agressiva.

Não foi isso que quis dizer. Tiveste este trabalho todo, não seria correcto agora recusar - disse eu tentando não dizer as coisas erradas.

Ah! Agora queres ficar por pena? Não preciso da tua caridade! - afirmou com os olhos a ficarem marejados.

Eh pá! Queres parar? Vamos lá começar de novo. Olá, eu sou o Rui - disse-lhe, estendendo a minha mão em sinal de tréguas.

Ana... muito prazer...

 

(continua no próximo post)


Anonimo às 02:44 | link do post | comentar

Sábado, 25.10.08

Acordei um pouco tonto. Uma daquelas sensações estranhas e intensas. Não fazia mais pálida ideia de onde estava. Mas tinha acabado de acordar e cá estava eu. Olhei em volta e vi-me num quarto mais ou menos desarrumado. Havia pedaços de roupa espalhados um pouco por toda a parte. Algumas minhas, isso eu reconhecia. Estava decidido: este não era o meu quarto.

 

Aos poucos, a luz da manhã devolveu-me a capacidade de ver. Ainda um pouco enevoado, consegui ver um formato familiar. Pensei para mim "raispartam a porra do gato". Era uma imagem Hello Kitty pendurada algures numa estante cravejada de livros. Depois outra, e outra até reparar num quarto típico de mulher, cheio desse icon da moda que é o gato parvo de boca em cruz.

Ao menos acordei num quarto de uma mulher - pensei esboçando um sorriso. Aos poucos as imagens da noite anterior vieram-me assolar a cabeça. Lembrava-me da noite, de alguns sítios. De deambular de bar em bar, depois uma discoteca, ou outra. Mulheres, muitas. Sorrisos. Bocas demasiado jovens para estar ali naquele espaço cheio de fumo e alcool. E homens dispostos a tudo para poder ter um pouco mais que um sorriso.

 

Se calhar, um desses homens sou eu - constatei. Mas afinal, onde raio é que estou?

Os sentidos estavam a despontar aos poucos. Agora estava mais acordado e via as minhas calças amarrotadas no chão ao meu lado. A carteira, semi-saída do bolso de traz, mostrava uma fotografia familiar. Rasguei de novo um sorriso. Ela já tinha feito 6 anos. Estava uma mulher. Agora parecia mais distante desde que a mãe me tinha deixado. Precisava de estabilidade, dizia ela. Enfim, aquela foto é como uma recordação cada vez mais vaga e longínqua.

 

Mas afinal, onde estou?

 

Ao longe, o som mudo do correr de água. Um duche. Bem preciso - pensei. O silencio surdo da casa foi rompido por um som que percebi ser de uma maquina de café. Em seguida o som de água calou-se e em breve, um rodar de maçaneta soltou uma porta algures pela casa.

 

Fiquei sem saber o que fazer. O primeiro impulso foi fugir dali a sete pés. Mas depois a razão instalou-se. Se estou aqui, nestas condições, é porque fui convidado. De certeza que foi isso. Aproximei-me mais para a borda da cama e senti um frio desconfortável.

É pá, estou nu! Para onde foram as minhas cuecas? Com os pés percorri o fundo da cama tentando descobrir a minha roupa interior. Nisto, a porta abre e uma mulher irrompe.

Uma mulher de trinta e poucos entrou pelo quarto dentro segurando uma bandeja com café e torradas. Sorria de orelha e orelha e começou a falar sem parar.

 

Bom dia, bom dia como estás. Nem acredito nesta noite. Ui tu estavas com o gaz todo. Coisas que nem sabia que exisitiam! Como queres o café? Açucar? se calhar queres leite. Ou chá? Queres um croissant? E fiambre. Ai que parva que eu sou, não se deve perguntar. Vou já buscar...

 

E nisto saiu do quarto a toda a velocidade deixando-me ali, com cara de parvo, sem saber exactamente o que se estava a passar. Mas o que raio se está aqui a passar? Mas como lhe dizer alguma coisa sem a deixar melindrada? Obviamente que fizemos sexo esta noite. Mas como raio é que não me lembro? O que raio se está a passar aqui?

 

Os passos voltaram a ouvir-se no corredor, aproximando-se, e lá chegava mais uma bandeja com croissants, geleias e todas as coisas que se possam imaginar.

 

(continua no próximo post)



Anonimo às 03:19 | link do post | comentar

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